O irresistível charme da insanidade
(Romance – Miragem Editorial/2005)
Luca é um músico, obcecado pelo controle da vida, que se envolve com Isadora, uma viajante taoísta que afirma ser ele a reencarnação de seu mestre-amante do século 16. Ele inicia uma estranha aventura onde somem os limites entre sanidade e loucura, real e imaginário e, por fim, descobre que para merecer a mulher que ama terá antes de saber quem na verdade ele é.
Nesta insólita história de amor, que acontece simultaneamente na Espanha quinhentista e no Brasil do século 21, os déjà-vu (sensação de já ter vivido certa situação) são portais do tempo através dos quais temos contato com nossas outras vidas.
Blues, sexo e uísques duplos. Sonhos, experiências místicas e ordens secretas. Este romance exercita, numa história divertida e emocionante, intrigantes possibilidades do tempo, da vida e do que seja o “eu”.
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OPÇÕES
Livro impresso – Edição de bolso, 194 pag, 10×15cm, 130g.
Livro-pdf – Arquivo de leitura para imprimir ou ler no computador.
Livro-blog – Com imagens, trilha sonora e comentários. Ainda não disponível.
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PARA ADQUIRIR.
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PARCERIA CULTURAL
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O LIVRO PELO AUTOR
Este livro nasceu de algumas vivências pessoais e da necessidade de exercitar certas idéias sobre a natureza da realidade, as possibilidades do tempo e a noção do eu. Escrevi-o em 1996 e lancei-o em novembro desse mesmo ano, pela editora Universalista.
Alguns anos depois percebi que não havia contado direito a história e decidi reescrever tudo, dessa vez com calma e paciência, deixando que a própria história ditasse seu ritmo, e assim o livro foi republicado em 2005 sob o selo Miragem Editorial, pelo qual publico meus livros independentes. A essência da história não mudou mas mudaram algumas passagens, aprimorei os personagens e inseri novas situações e excluí outras. E alterei o final.
Sempre achei caretas esses romances espíritas sobre vidas passadas. Muito moralismo pro meu gosto, o bem e o mal bem divididos, seres luminosos e irmãos trevosos, tudo ou preto ou branco. Só que a vida não é tão certinha assim. A realidade é um degradê e às vezes é um imenso caleidoscópio. Então resolvi criar uma história diferente tendo como base a idéia da reencarnação. Botei uns personagens ambíguos, acrescentei sexo, drogas e roquenrôu e umas pitadas de taoísmo, esse modo de entender a realidade que ensina justamente a ir além das polaridades limitantes.
Misturar tudo isso não foi fácil. Mas difícil mesmo foi inverter a lógica do tempo. Putz, eu tive que mudar essa lógica em mim mesmo pra poder exercitá-la com segurança no livro. Então a história de amor de Luca e Isadora acontece simultaneamente no sec. 16 e no sec. 21 e uma história influencia a outra. Quem sabe se isso também não ocorre em nossas vidas, hum?
Um velho índio tolteca me ensinou que a verdadeira liberdade passa pela quebra de velhos modelos de interpretação da realidade e de nós mesmos. Quem faz isso pode se tornar louco aos olhos dos outros. Mas quando você alcança esse ponto do caminho, o que os outros pensam não tem mais tanta importância. A liberdade fala a língua da loucura. (RK)
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TRILHA SONORA
Este romance possui uma trilha sonora própria, com músicas compostas por RK e parceiros. Adquirindo o livro (impresso ou eletrônico), você recebe as músicas em mp3 por e-mail.
Vídeo-clipe com a música Blues de Luz Neon,
da trilha sonora do romance
O Irresistível Charme da Insanidade
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TRECHOS DO LIVRO
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Luca levantou e serviu vinho para Isadora. Depois despejou em sua caneca e sentou ao lado dela.
- Vai me dizer de onde me conhece ou preciso consultar o I Ching?
- Também não me respondeu se crê ou não em reencarnação.
- Faz diferença se eu disser sim ou não?
- Bem… Acho que não.
- Pois bem, não acredito.
- Por quê?
- Ah, porque só se morre uma vez na vida. E esse negócio de ter que pagar o carma… Você acredita?
- Claro que sim.
- Já lembrou de alguma vida passada?
- Hum, hum.
- Sério? E pode contar?
- Quer mesmo saber?
- Quero.
Isadora e Marcela trocaram um rápido olhar. Por um segundo ele viu nos olhos de Isadora o reflexo inquieto das labaredas e foi como se os olhos dela o prendessem. Ele sentiu-se escorregar lentamente para um outro estado de ser, as chamas se alternando nos olhos de Isadora, vermelho e amarelo e laranja e azul…
Luca sacudiu a cabeça, sentindo um princípio de vertigem.
- Dois anos atrás comecei a ter uns sonhos… – ela prosseguiu, sem perceber sua ligeira perturbação. – Era sempre o mesmo lugar, um povoado pequeno… Parecia final da Idade Média. No sonho tinha uma criança brincando mas eu nunca via os olhos dela. Esse sonho se repetiu durante meses. Fiz hipnose com uma terapeuta e aí as imagens vieram mais fortes. Eu pude ver os olhos da menina e… bem, eu me vi naqueles olhos, foi isso. E percebi que aquela criança era eu.
- Que século?
- Dezesseis. Sei disso porque depois fui pesquisar. A gente aprofundou a terapia e mais imagens vieram. Sensações também, muito fortes. Vi vários fatos da vida dessa menina passarem diante de mim, como num filme. Não só vi – eu vivi , não sei se dá pra entender. Não lembrei tudo mas lembrei muita coisa dessa vida. Reencarnação sempre fez sentido pra mim mas lembrar, lembrar mesmo de uma vida é diferente.
- E aí, o que aconteceu?
- Catarina, o nome dela. Espanhola do sul. Era uma adolescente pobre quando se casou com um alemão. Ele a levou pra viver na Alemanha. Ele era um homem rico e ela aprendeu a ser uma dama. Ela tinha tudo pra levar uma vida tranquila e confortável mas um dia conheceu um missionário português e se apaixonou perdidamente… Enrique. Era jesuíta. Lembro bem da expressão, os olhos negros, profundos, o olhar duro. Enrique conhecia pessoas importantes, viajava pra muitos países, sabia outras línguas. E era meio bruxo.
- Como assim?
- Pertencia a uma ordem secreta, essas coisas. Usava os sonhos pra saber o que acontecia na Corte, as tramas políticas da Igreja, entrava no sonho dos outros…
- No sonho dos outros?
- Sim. Ele visitava Catarina nos sonhos, planejavam os encontros. Ela teve um filho de Enrique mas achou mais prudente não revelar a ninguém e deixou o marido achar que era dele. Um dia o marido descobriu que não era e aí ela fugiu com Enrique, teve de deixar o filho pra trás. Mas algo deu errado na fuga e Enrique desapareceu.
- O que houve com ele?
- Não lembrei disso. Porque na verdade Catarina nunca soube. Mas é uma curiosidade que eu tenho. É bem provável que tenha sido preso ou algo assim. Catarina procurou pela península toda, durante anos, de cidade em cidade. Mas todas as pistas eram falsas. Nem nos sonhos ele aparecia mais. Até que um dia…
- O bruxo apareceu.
- Não.
- O marido apareceu.
- O filho. Anos depois, já crescido. Encontrou a mãe num convento, doente, meio fraca do juízo. Aqueles anos todos na estrada, procurando…
- Ela ficou doida?
Isadora fez uma pausa. Segurou a caneca de vinho quente com as duas mãos e por alguns segundos olhou para o céu.
- Ela voltou com o filho pra Munique. O marido já tinha morrido e o filho cuidou dela. Ele sabia quem era seu pai verdadeiro e por um tempo também tentou localizar Enrique. Mas nada conseguiu. Ela morreu assim, esperando notícias.
Durante algum tempo ninguém falou nada. Foi Luca quem quebrou o silêncio:
- Você lembrou de tudo isso?
- É mais que lembrar. Eu vivi de novo.
- Mas… você acredita mesmo que foi essa tal de Catarina?
- Hum, hum.
Isadora olhou para a fogueira. Apanhou algumas pedrinhas e atirou contra as chamas. Depois, sem desviar o olhar do fogo, perguntou:
- E você? Essa história não lhe diz nada?
- É interessante. Dava um bom filme.
- E o bruxo português?
- O que é que tem ele?
Isadora olhou para Marcela com o canto do olho.
- Ainda não entendi a pergunta.
Ela continuou jogando pedrinhas na fogueira.
- Peraí. Não vá me dizer… Você acha que eu fui… esse Enrique?
(Trecho do romance O Irresistível Charme da Insanidade, de Ricardo Kelmer)
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SOBRE O IRRESISTÍVEL CHARME DA INSANIDADE
Mônica Burkle Ward
Quero tentar passar pra você de que forma sua história mexeu comigo. E sem querer, vou acabar me mostrando um pouco pra você também. Quando a gente entra numa história, não tem volta,a gente já ta lá dentro, meio misturada ao escritor, às paisagens e aos personagens.É um desnudamento total essa coisa de literatura… Aquele lance do espelho, etc e tal (ou tao).
Você tem umas tiradas ótimas, uns nomes bacaninhas, engraçados, tipo Júnior Rível ou mesmo o nome da banda do Luca, que faz a gente ter vontade de ter uma banda de blues só pra usar o nome! Gosto da citação das músicas q estão tocando também. Quem gosta de música, compõe melhor a cena na cabeça. (No momento, estou baixando aqui no Emule “Mares da Espanha”, q eu não conheço, embora seja fã da RôRô). Enfim…gosto do seu humor.Natural pra caramba.
O Tao como o oposto do controle…O modo de vida do Luca como oposto ao de Isadora, e o amor como o grande conciliador dos opostos (me vem o arcano V do tarô à cabeça, aquele que deu um jeito de Eduardo e Mônica , do Legião Urbana, se acertarem “apesar de”.)
O Sonho, outro grande conciliador de todos os “tempos”. Neles, Luca perde o “controle” e tudo passa a ser possível. Se não fossem os sonhos, quando esse cara iria acordar??(xiii…ficou paradoxal isso,né?)
Uma coisa que você fez de um jeito muito legal foi a costura entre os supostos tempos passado e presente.Em momento algum me senti perdida.Dá pra gente acompanhar direitinho em que época estamos em cada trecho. Pra mim, isso seria o mais difícil da narrativa, mas você conseguiu não deixar o leitor sem bússola! A história poderia ter se perdido totalmente se você tivesse falhado aí, né?Mas, ficou show, acredite.
E aí, você vai nos conduzindo para uma idéia que pra grande maioria das pessoas é complicada demais: a de que o tempo linear só existe nessa dimensão, e na verdade, as coisas acontecem simultaneamente.O “passado” está lá, acontecendo agora,porque só existe o agora. Aliás, cá entre nós, você foi bastante corajoso em querer passar essa mensagem dentro de um romance.E não é que deu certo?Acho que mesmo as pessoas que nunca leram nada ou nem sequer pensaram a respeito, perceberam bem o sentido. E esse, na minha opinião é o grande insight do romance.
O amor: Todo aquele parágrafo no final da página 95 circuladérrimo… Lá dentro tem “era o amor a grande força, maior que todos os grandes saberes e mais poderoso que o mais longínquo dos conhecimentos.” Preciso justificar?
A Bebel: tão boazinha, né tadinha?Risos… Tá. Pura implicância minha com triângulos amorosos, confesso.Acho q sou focada demais quando estou amando, e essa possibilidade não existe na minha emoção. Se bem que o triângulo estava mais no lado yin da questão.Mas,mesmo assim… Bom.Pra provar que esse meu jeito de sentir não é puro preconceito e nem posse boba, anexo a esse e-mail um texto da Regina Navarro.Um barato o texto.Pra quem funciona assim, deve ser ótimo.Devo ter nascido com defeito.É Osho demais pra minha cabeça. Estou comentando isso porque você escreveu lá: “Era possível amar duas pessoas ao mesmo tempo?”
Gostei demais de outra passagem no final do mesmo parágrafo.A que fala sobre apaixonar-se pelo amor.Eu fico impressionada como existe gente que confunde a paixão por alguém com a paixão pelo amor. Isso sempre traz um sofrimento danado…
Aliás, esse romance do Luca com a Bebel me lembrou do naipe de copas do tarô (ok,desculpe, é inevitável pra mim). É comum o envolvimento entre duas pessoas com cálices vazios.Por isso, a gente vê tanta infelicidade por aí.O que se tem pra doar se seu cálice está vazio?
“Festa é o que nos resta”-Lema da sobrevivência emocional a qualquer custo.Até que se encontre outro jeito.
Pronto.Deixei pro final o mais importante. No romance, você mexe com um sentimento arquetípico: o da nossa eterna incompletude. Essa foi uma grande sacada e resultou num livro ótimo. Nostalgia da Fonte? Ou nós, perdidinhos da silva até hoje, procurando nosso outro lado que Zeus nos tirou com o raio? Criando histórias que justifiquem essa necessidade enorme de amor?(All we need is love, tum tum tum tum tum…) Na verdade, a gente não sabe a resposta, por mais kms rodados que se tenha num divã de psicanalista.Isso é coisa das bandas do sentimento, justamente aquele pedaço bom onde não há controle algum.
Mônica Burkle Ward, Niterói-RJ – mai/2006
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COMENTÁRIOS
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001- Po ricardão teu livro troce de volta dentro de mim alguns sentimentos, ou feellings se te gosta mais, que a mais de 25 anos achava que tinha perdido. Primeiramente a forma, se e que essa e palavra, com que tu relataste a historia em si, quer dizer, me impactou muito a facilidade com que tu deu um formato a cada personagem sem perderte por outros rumos ou seja, luca sempre foi o eixo principal. Outra coisa que me avassalou foi a tua capacidade para que se tornem quase realidade e com todas as suas respectvas características as demais personagens, quer dizer como e incrível que da tua cabeça (de escritor) consigas manter a trama do assunto, e te digo mais, parabéns pelos relatos históricos verídicos muito bem colocados, dos relatos fictícios encaixados neles mesmos. Em fim não sei se fui claro, tal vez a insanidade esteja muito a fim de mim. Para terminar, te digo que eu, um mero leitor sem muitas pretensões técnicas, este livro o posso comparar com os autores que eu mais lia na minha época áurea, la pelos 15 ate os 18 anos, eram eles julio cortazar(o mais parecido) o colombiano de cien años de soledad, vargas llosa, o urugauio que não lembro o nome se não me engano e eduardo galeano, ernesto sabato em fim, e isso ai,você e o tipo de pessoa em extinção. Jorge Luís Novaro, Fortaleza-CE – mai/2005
002 – Li O irresistível charme da insanidade recentemente, adorei, ainda mais por saber que se passava aqui em Fortaleza.O cenário é lindo,e o sentimento que rola entre os personagens é magnífico. Gostei do assunto tratado,e me vejo na intenção de encontrar com alguém que já tenha vivido em outra vida. Quer saber como peguei seu contato?Li o jornal, e vi seu texto falando sobre The Doors que é uma banda maravilhosa.Por coincidência dizia a típica frase do personagem:”Festa é o que nos resta”Lembrei logo do livro, aí foi só ver quem era o escritor.Você é claro! Danila Gomes, Fortaleza-CE – mai/2005
003 – Sei lá..o que sei é que o livro é simplesmente demais. Adorei a leitura, um livro dinâmico, altamente espiritual, divertido, e que me fez despertar para novas coisas….iclusive ser Tao…vou buscar mais…olha vou passar um e-mail para todos os meus contatos falando do livro e pedindo, ou melhor, mandando o povo comprá-lo !!!! Fabiano Brilhante, Fortaleza-CE – ago/2005
004 – amigo ricardo, estou em NY e trouxe seu livro para leitura de bordo. Adorei… Conversaremos sobre Luca e Isadora, abcs. Tonico Caminha, Nova York-EUA – out/2005
005 – Li o seu Livro no ultimo final de semana. Adorei! To doida para ver esta linda historia de amor nas telonas e também quero ouvir o cd com a trilha sonora. Estou torcendo por você! bjs. Lua Morena, Brasília-DF – out/2005
006 – Ninguem escreve…. tudo isto… se não ta sentindo!!! o gosto… o lindo sentir… o estar ali… naquele momento!!! este romance ta mais p/ uma biografia…. To errada? Rita de Cássia, São Paulo-SP – out/2005
007 – Seu romance trás uma história de amor muito bonita, mas como foge do convencional, tira a velha melosidade que geralmente elas têm. Além do mais trás elementos bastante edifinantes como a idéia do taoismo, da necessidade de leveza, de se abandonar nas maos do destino, sem ter grandes temores, do desnecessário que isso tudo é… Enfim, e aquela primeira noite de amor deles dois foi linda, viu? O livro foi delicioso de se ler. Rafaela Almeida, Fortaleza-CE – nov/2005
008 – só o enviava para felicitar-te eu só li textos de tuas colunas e coisas em tua página web, e me pareceu interessante ” Ou Irresistível Charme dá Insanidade “. pela história do ” taoísmo “, como nesta etapa de minha vida, estou experimentando novas sensações, novos estilos de vida. Ricardo Augusto Cabrera Palma, Quilpe-Chile – dez/2005
009 – Oi, Ricardo! Só pra dizer que eu simplesmente devorei, com todo prazer, “O irresistível charme da insanidade”. Parabéns pela sua criatividade e inteligência. Andei sabendo que também é um ótimo coreógrafo de beira de piscina (essa informação procede, ou foram apenas delírios de “ICARAÍ”?). Sucesso! Beijo. Zinha, Fortaleza-CE – abr/2006
010 – Olá, querido! Digamos que eu fiz uma verdadeira viagem lendo o livro. Essa é uma daquelas histórias que a gente só sossega quando chega no final e quando chega a gente lamenta porque acabou. Não sou tão mística quanto Isadora, mas me identifiquei muito com o seu modo de ver a vida (… a vida é o que se pensa dela…). Essa é a frase que traduz a história pra mim. Não me aventuraria como ela, mas não desisto de confiar na VIDA e esperar o melhor que ela tem pra me dar. Zinha, Fortaleza-CE – abr/2006
012 – Realmente o livro pegou na veia em mim. Acho que fiz umas 10 pessoas lerem ele depois que eu li, todas adoraram, É impressionante, mas a história tem alguma coisa que faz todos se identificarem com ela, pega fundo e faz a gente ver nossa vida e nós mesmos de uma maneira diferente e mostra pra gente o poder que temos de mudar, basta querer… já fucei seu site, tb, li vários textos, “A ilha” é demais. Li também o Guia Prático, gostei tb, enfim, sou seu fã!!! Continue sempre escrevendo e mostrando pra gente sua maneira “diferente” de ver o mundo e nós mesmos. Abração. Roman Ciupka, São Paulo-SP – mai/2006
013 – Eu li esse livro a mtsss anos.. acho que pelo menos uns 8. Minha mae ganhou de uma paciente e eu adorei!! Simplesmente mudou minha vida!!! Muitas das coisas que no romance eram apenas ficção se encaixaram perfeitamente na minha historia, e foi o principio da busca pelo meu eu mais profundo. Vivian, Curitiba-PR – mai/2006
014 – Li o livro no fim do ano passado, uma fase meio conturbada talvez, de águas paradas… Foi como um estalo. E, a partir daí uma série de coincidências incríveis. Junto a isso foram um monte de coisas interessantes e, te juro mesmo, cara… eu meio que me senti naquele estado de quando se vislumbra o Tao, tipo entrar no fluxo mesmo… E, como diz nossa amiga Isadora, é coisa que não se explica, só se sente e simplesmente é.
…….. Pro Jung daí foi um passo e tive revelações muito importantes mesmo. E, ainda hoje, praticamente todo dia, procuro anotar sonhos e, sempre que posso, me debruço sobre eles. Junto a isso, misturei uma visão do Inconsciente da Programção Neurolingüística. Juntei o Tao, Jung e PNL e fiz uma massaroca interessante e, posso dizer que minha vida mudou da água pro vinho mesmo. Até aquele insano brilho no olhar. Uma amiga veio me dizer isso recentemente… fazia tempo que eu não conversava com ela e ela disse que, além do meu comportamento, minha aparência mudou… citou até o brilho no olhar. Lembrança imediata? Luca e Isadora.
……. Cara, você tá de parabéns. Só a história mesmo já é muito, muito boa mesmo. Mas com esse tempero taoísta e jungiano, com certeza, muito mais que uma boa leitura, você deve ter ajudado a provocar insights fantásticos em muita gente. Eu sou um exemplo disso e, de vez em quando, releio o livro só pra sentir o gostinho. E mais: indico pra todo mundo. Marcelo Gavini, São Paulo-SP – mai/2006
015 – Oi!!! td bem??? Faz tempo q não nos falamos, né? q fã desnaturada q eu sou!!!!!!!!! ehehe Seu livro é um dos meus preferidos mesmo!!!!! Fiquei morrendo de vontade de conhecer Pipa inclusive! Tô te devendo um “feedback” da leitura faz um tempinho, né? e olha q fiquei com várias curiosidades! Daniella Dias, São Paulo-SP – mai/2006
016 – Oi Ricardo!! Que prazer poder falar com vc!! Então trabalhei por um tempo num Instituto onde tinha uma livraria, foi lá que conheci seu livro e me interessei bastante pelo título e adorei! Aqui em casa todos leram seu livro e gostaram!! Camila Martini, São Paulo-SP – mai/2006
017 – Meu interesse veio através de uma grande amiga, a Paloma, que esteve no lançamento do seu livro em Natal. Nós morávamos lá na época. Inclusive, vcs se conheceram. Lembra dela?! Difícil esquecer uma mulher tão bonita! E foi assim: ela leu, comentou, me emprestou, eu gostei e contei pra todo mundo. Parabéns! Themis Laureano, Fortaleza-CE – mai/2006
018 – E ai Dr…Eh esse mesmo….Muito bom o livor….Parabens….Eu le sim e recomendei pra galera…. Abracos… Ricardo Peter Ciupka, São Paulo-SP – mai/2006
019 – Me apaixonei pelo seu livro: “O irresistível charme da insanidade”, eu não costumo ler duas vezes um livro, mas acho que este eu vou ter que ler! Um abraço! Danila Gomes, Fortaleza-CE – jun/2006
020 – Eu sou de Sampa mas moro em Natal a muito tempo e eu tive o prazer de ter em minhas mãos, através de uma amiga aqui de natal,um exemplar de “O irresistivel charme da insanidade”.Um livro bem escrito,de leitura agradavel,Uma historia realmente fascinante!Tanto gostei que o levei comigo quando fui viver por um tempo na suiça e deixei como presente pra uma pessoa especial. Victor Verenno, Natal-RN – ago/2006
021 – Então, que terça-feira passada, no meio de uma aula ridícula de direito tributário, comecei a ler “O irresistível charme da insanidade”. Muito bom, estou gostando… A Kilma, sentada ao meu lado, questionou: “Você não acha que o Luca é uma espécie de alter ego do Ricardo?”. Como eu tinha lido poucas páginas, não soube responder. Acontece que acabei de ler a sua coluna e então eu pensei: “Ele é a Isadora: o desapego material, o taoísmo, a idéia de que a vida é um longo caminho…”.Então, se isso não for um segredo profissional ou não te trouxer traumas irrecuperáveis, será que dava para sanar essa dúvida? Assim você deixa duas leitoras felizes! Boa sorte na nova cidade! Espero que São Paulo te proteja! =)Abs, Carol, Fortaleza-CE – nov/2006
022 – Oi, RK!!! sOU AQUela que ainda não emprestou o livro para a Carol! “Kilmalvada”, lembra? Aliás, terminei de ler, adorei e descobri que tenho muita coisa parecida com o Luca… ainda tenho a falsa impressão de estar no controle de tudo… Depois que a Carol terminar de ler, podemos fazer um debate especial… Bjaum. Kilma, Fortaleza-CE – jan/2007
023 – Estou acabando de ler o livro que você escreveu “O irresistivel charme da insanidade”. Meu comentário é o seguinte: Estava a caminho para assistir a um filme francês (contos de inverno), que eu já havia assistido antes…mais a história me remete muitas lembranças do que já foi vivido e o que ainda esta por vir… Por “acaso” era feriado e nada estava aberto na cidade e assim que eu desci da estação do metro dei de cara com uma única banca de livros aberta, em uma feira de livros…Nessa banca haviam muitos livros e apenas resolvi olhar, o único livro que conseguir ver foi o seu…(isto aconteceu a 1 semana atras) desde então comecei a ler o livro e não consigo parar de achar milhares de semelhanças, inclusive ando perturbando algumas pessoas com meus comentários…. Gostaria de dizer que você escreveu sobre vivências normais entre pessoas entregues a liberdade da vida e de viver….e a falta de compreensão da maior parte da sociedade quanto a essa visão de mundo e de vida!!!!!! Já terminei de ler e acredito que Luca e Isadora, Henrique e Catarina não sairão facilmente dos meus pensamentos e continuarão me fazendo recordar e viver historias semelhantes na minha vida…. grande beijo. Daniela Ramos, Rio de Janeiro – mai/2007
024 – Ricardo, ha tempos queria te escrever este email dizendo que foi muito bom te ver, e que li o Insanidade em dois dias e adorei, ria às gargalhadas, me identificando com os diálogos absurdos, é claro! Ri tanto que o André ficou curioso e também leu de uma vez só, e já emprestou para uma amiga. Enfim, foi um sucesso por aqui. Os outros vou levar comigo e ler com calma nos states, ah e também recebi o Guia do Escritor Independente, super obrigado – quem sabe um dia eu viro uma, né? Um beijo bem grande e continue sempre assim, com seu jeitinho assim que só você tem! :0)) Ana Claudia Domene, Albuquerque – EUA – jul/2007
025 – Incrível, impressionante como toda a história segue para uma solução que transcende as fronteiras do tempo, achei muito bem trabalhado tanto as situações como o desenrolar da história, aliás, as passagens de déjà-vu foram sensacionais, eu consegui imaginar o livro inteiro em um filme. Sabe, cheguei até a me sentir um pouco Luca em algumas situações. Achei muito interessante aquela teoria de vidas paralelas da alma, onde você descobriu aquelas teorias, foram no Tão? Eu já conhecia a doutrina espírita que fala da reencarnação da alma, mas essa interpretação de mudança permanente do passado e futuro, vidas intercaladas, eu não conhecia. Foi muito bom ter visualizado esse outro lado também, confesso que o que me chamou mais atenção pelo interesse em adquirir o livro foi a idéia de ter duas vidas acontecendo ao mesmo tempo e ainda mais pelos séculos 15, 16, nas feiras medievais, esse época sempre me fascinou, quem sabe não fui um Luca / Enrique nessa época? He! He! He! Francisco Samuel Rêgo Dias, Campina Grande-PB – jul/2007
026 – O livro que mais adoro do RK, adoro o jeito romantico que ele-RK- escreve, a estoria, as coincidencias…o temperamento da Isadora, tudo. Christina Alecrim, Rio de Janeiro-RJ – ago2007
027- Eu terminei o livro e acho que ele é de grande ajuda para que nós possamos compreender melhor este difícil lado,que uma vez despertado,não tem mais volta.Como muitos não sabem como fazer,acabam se fechando e aí é que sofrem mais ainda. Eu não me perdi em nenhum momento do livro e dá para compreender perfeitamente bem o desfecho final,onde Luca fez acontecer, num espaço onde as épocas se fundem,o que ainda não tinha sido vivido,para que as coisas parassem de se repetir sempre do jeito errado. Agora eu fiquei curiosa,como era o final da primeira versão? Bia Leite, São Paulo-SP – jan2008
028 – Gostaria de lhe dizer que me apaixonei pelo seu livro “O irresistível charme da insanidade”, e que agora vc faz parte da minha lista de autores prediletos… rsrsrsrsrsrsrsrs. Meu filho mais novo achou estranho alguém ler um livro em uma noite, mas ficou encantado com a idéia da mãe dele conhecer pessoalmente um escritor. Ele falou assim: Fantástico mamãe, vc tem certeza que falou mesmo com esse homem? Será que vc não estava no mundo da imaginação? depois eu tive que explicar tim tim por tim tim sobre sua palestra na CAGECE há alguns dias. Parabéns Kelmer. Seu livro é doce, gostoso e nos remete a valores que acabamos deixando de lado… Aquela história da intuição, da alma e do espírito. Das vidas passadas e até da presente. Não estava enganada quando me apaixonei de cara por ele, em meio a tantos outros. Sucesso e espero que você volte a ministrar palestras na nossa empresa, pois como te falei pessoalmente os elogios foram muitos. Vânia Maria, Fortaleza-CE – abr2009



Janeiro 1, 2009 às 7:24 pm |
Já te expliquei no MSN pq sou fã do Luca: a mania de achar q pode controlar tudo, a quase morte… Lembra-me muito uma aluna retruquete q vc tem.
Vi o vídeo de novo, em tela toda agora. Adorei – já add aos meus favoritos do orkut, junto com a Mulher Selvagem.
A música é lindaaaaaaa. Q bom q vc disponibilizou o MP3 p quem comprar o livro – adorei a idéia. Não dá p colocar ela p tocar nas próximas edições do livro? Vc faz tipo aqueles cartões musicais. Qdo a gente abrir o livro, ela começa a tocar (risos). Enfim, se quiser sugestões absurdas, não se intimide…
As imagens foram muito bem selecionadas. Só senti um excesso de Isadora e Bebel (nada contra as duas) e pouco Luca. Tudo bem q a música foi escrita p minha quase xará, mas não custava colocar mais Luca de Luz Neon p alegria das suas “leitoas”, né? Preconceito esse contra as imagens sensuais masculinas. Nan!
Janeiro 27, 2009 às 6:25 pm |
Li QUEM APAGOU A LUZ hã alguns anos. a leitura mais despretenciosa que ja fiz que resultou no inicio de um longo caminho. na minha insanidade costumo ( se e que louco costuma alguma coisa) imaginar o absurdo das aparentes coincidencias como causalidades invitaveis… assim o o seu livro. Do nada, do despretencioso ao inicio do meu caminho. Preciso reencotra-lo. O caminho se quebrou … Preciso voltar a andar
Fevereiro 11, 2009 às 4:16 pm |
Elder Valério disse: Li QUEM APAGOU A LUZ hã alguns anos
>> Pra quem curte esse livro, uma boa notícia: em breve disponibilizarei uma versão pdf.