Ricardo Kelmer 2009
De costas pro namorado e sempre vigiando o espelho, ela guiou-o pra dentro de sua bunda com urgentes e desajeitados movimentos de sobe e desce
Lara tinha 13 anos quando o fogo avassalador dos desejos lançou suas primeiras labaredas sobre ela. Foi na época em que começou a namorar Fabinho, que era dois anos mais velho e que se apaixonara à primeira vista pela menina de formas já bem arredondadas e de jeitinho muito sapeca que um dia ele conheceu na fila pra ver Harry Potter. Seo Gilson e dona Eudora se assustaram com a precocidade da filha única, tão novinha e já querendo namorar sério, mas consentiram que Fabinho a visitasse aos sábados, e só, que era pra não atrapalhar os estudos.
Numa noite, quando o namoro já ia pelos seis meses, e como sempre acontecia quando ele a visitava, seus pais ficaram na sala vendo TV enquanto eles namoravam comportadinhos que nem dois anjinhos no sofá da varanda. Quando acabou a novela, seo Gilson, como sempre, perguntou se eles queriam ver algo na TV e Lara disse que não. Ele desligou o aparelho e, antes de se recolher ao quarto com a mulher, pediu que a filha não esquecesse de apagar as luzes. Era seu modo sutil de dizer que Lara tinha cinco minutos e nem um segundo a mais pra botar o namorado pra correr.
– Pode deixar, papis. Boa noite, durma bem – respondeu a menina Lara, meiga e obediente como sempre, a menininha do papai.
Pelo espelho na parede da sala, que ela tratava de manter sempre estrategicamente posicionado, Lara viu os pais entrando no quarto e fechando a porta. Então, rapidamente, abriu a calça do namorado, pôs seu pau pra fora e começou a lhe tocar uma punheta. Como não havia prédio vizinho e a única ameaça à privacidade do jovem casal vinha de dentro, Lara nesses momentos ficava vesga: era um olho no peixe e o outro lá, no espelho da parede.
Fabinho marcou o tempo em seu relógio, recostou-se no sofá, fechou os olhos e tratou de aproveitar, como vinha fazendo nas últimas semanas, desde que a namorada aprendera a nobre arte da punheta completa, com direito a chupar e engolir. Dessa vez, porém, Lara suspendeu o ato pela metade e, sem avisar, puxou da bolsa e lhe entregou uma camisinha, dessas que já vêm lubrificadas. Fabinho, surpreso, demorou alguns segundos pra reagir, ô Fabinho. Mas felizmente reagiu e, no instante seguinte, pluft, a camisinha já estava posta no devido lugar. Lara então suspendeu a saia, baixou a calcinha e sentou sobre o pau ereto, tudo feito num silêncio de mosteiro. De costas pro namorado e sempre vigiando o espelho, ela guiou-o pra dentro de sua bunda com urgentes e desajeitados movimentos de sobe e desce, sentindo mais prazer que dor, enquanto Fabinho, ainda meio abobalhado, simplesmente não acreditava que estava enrabando sua namorada.
Dois minutos depois o corpo do garoto sacudiu-se todo e ele gozou, mordendo o próprio braço pra não fazer barulho. Lara, envolta na inebriante sensação que lhe dava aquele tubo de carne pulsante em seu cu, prosseguiu subindo e descendo, querendo mais, porém Fabinho pediu que ela parasse, só um pouquinho. Mas ela realmente queria mais, estava muito bom, e continuou, ainda mais forte, o que obrigou o namorado a afastá-la de uma vez. A contragosto, ela levantou-se e Fabinho mostrou-lhe o relógio: cinco minutos. Ela suspirou, resignada, melhor não abusar da sorte, e teve de se contentar com chupar o resto de gozo que ficara no pau já semiamolecido. Após se recomporem, Lara o acompanhou até a porta e se despediram, Fabinho parecendo um zumbi, ainda sem acreditar.
E ela? Ah, Lara dormiu feliz, quase eufórica: agora não era mais virgem. Sentia-se de repente mais adulta, sentia-se especial, era uma sensação maravilhosa. Mas junto da felicidade havia um sabor de desapontamento, por não ter feito mais, fora tão pouco, tão pouco… E por que pelo cu? Porque tinha verdadeiro pavor de engravidar – um ano antes sua prima embuchara por causa de uma camisinha furada e um aborto mal sucedido quase a matara. O conselho, pois, veio justamente da prima: Dá o cu, Larinha, que nunca vai ter perigo de pegar barriga. Conselho seguido. E em seu blog secreto, que só ela podia acessar, Lara no outro dia deixaria o registro da experiência: Ameeei dar o cu Prazer em ondinhas Caraca, a gente se sente tão safada Quero maisssssssssssss.
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Ricardo Kelmer – blogdokelmer.wordpress.com
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(Continua. Exclusivo para Leitor Vip. Basta digitar a senha de 2009.)
> Leitor Vip pode ler o capítulo na íntegra aqui.
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> As Taras de Lara – capítulos publicados
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LEIA NESTE BLOG
> Por trás do sexo anal – Há algo de divinamente demoníaco no sexo anal que, literalmente, a-lu-ci-na algumas mulheres
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SÉRIES ERÓTICAS DESTE BLOG
> As aventuras de Diametral e Ninfa Jessi – A mais bela e safada história de amor jamais contada.
> As taras de Lara – Desde pequena que Lara só pensa naquilo. E ai do homem que não a satisfaz.
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DICA DE LIVRO
> A entrega – Memórias eróticas (Toni Bentley, editora Objetiva) - A ex-bailarina filosofa sobre amor e salvação no sexo anal
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– Acesso aos Arquivos Secretos
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Basta enviar e-mail pra rkelmer(arroba)gmail.com com seu nome e cidade e dizendo como conheceu o Blog do Kelmer. (saiba mais)
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01- GENIAL!!!!!!!! André de Sena, Recife-PE – nov2009
02- tem mais o que fazer não?!!!! Magna Mastroianni, São Paulo-SP – nov2009
03- Já vi começarem por cima, por baixo, agora por trás… kkkkkkkkk. Paula Izabela, Juazeiro do Norte-CE – nov2009
04- Gostei da Tara ops, da Lara! Na minha adolescencia que não foi nem um pouco transviada, conheci uma Lara, ela me fez pensar muito no que podemos descobrir!!! rs beijos e sucesso! Wilza Manzur, Rio de Janeiro-RJ – dez2009
05- Começar por trás deve ser massa! rsrsrs. Laisa, Belém-PA – dez2009
06- As taras de Lara…hummmmmmmmmmmmmmmm. Drica, Jundiaí-SP – dez2009
07- hj eu lí no trabalho as taras de Lara,e todo o final das suas fotos sensuais.olha vou te confidenciar uma coisa,vc não pertence a este mundo,vem cá de onde vc é heim?Marte,Venus,rsrsrsr.bjus. Lucia, Fortaleza-CE – dez2010








AI… estou chorando de rir. pode nao acreditar mas tenho amigas ke passaram por isso!LOUCURA,LOUCURA,LOUCUUUUUUUUURA!!!!
Beijos, Kelmer
> E essas amigas, deby, o que estão fazendo que ainda não vieram aqui, heim, heim?
…e como conheço!..tá cheio de larinhas…Lol..
> Tá uma epidemia de Laras, socorro!
adorei, parabéns…
> Foi bom pra você?
Rapaz,
Agora eu fui para um passado distante de adolescente.
Fui fabinho algumas vezes. kkkkk
Tempo bom!!!
> Um brinde a todas as vezes que fomos Fabinho!
Viver de ‘literatara’ não é mole…aliás tem q dar duuuuro mesmo. E vc tá mandando ver! Tô repassando aos interessados nos instintos de Lara.bjs
> Não vai ter e-mail que chegue.
Em 97 conheci um menina que tinha 20 anos eu tinha 17, eu ja tinha experiencia sexual, ela ja tinha brincado algumas vezes, mas nunca tinha chegado as vias de fato, depois de uns dois meses de namoro ela me deu o mesmo presente que a Lara deu ao Fabinho, nossa, como me fez reviver todas aquelas historias, a minha Lara, um espetaculo da natureza, a oitava maravilhaaaaaaaaaaa…………
W…
> Um brinde à sua Lara, meu cumpade!
A taras de lara é muito bom, pois deixa a desejar um pouco na linguagem, porém, vejo que é a liberdade de expressão, curto sim pois é super antiditatorial… E confesso caro leitor, caro Kelmer, que enquanto lia, senti meu corpo em extase… Após a teoria o que mesmo que vem…..???? Pois é tive que transar..rsrsrsr..Obrigado Kelmer
> Manchete no programa policial: Blog de escritor induz os jovens ao sexo anal.
Eu queria ser o Fábio
> Eu também.