Lara tinha 13 anos quando o fogo avassalador dos desejos lançou suas primeiras labaredas sobre ela. Foi na época em que começou a namorar Fabinho, que era dois anos mais velho e que se apaixonara à primeira vista pela menina de formas já bem arredondadas e de jeitinho muito sapeca que um dia ele conheceu na fila pra ver Harry Potter. Seo Gilson e dona Eudora se assustaram com a precocidade da filha única, tão novinha e já querendo namorar sério, mas consentiram que Fabinho a visitasse aos sábados, e só, que era pra não atrapalhar os estudos.
Numa noite, quando o namoro já ia pelos seis meses, e como sempre acontecia quando ele a visitava, seus pais ficaram na sala vendo TV enquanto eles namoravam comportadinhos que nem dois anjinhos no sofá da varanda. Quando acabou a novela, seo Gilson, como sempre, perguntou se eles queriam ver algo na TV e Lara disse que não. Ele desligou o aparelho e, antes de se recolher ao quarto com a mulher, pediu que a filha não esquecesse de apagar as luzes. Era seu modo sutil de dizer que Lara tinha cinco minutos e nem um segundo a mais pra botar o namorado pra correr.
- Pode deixar, papis. Boa noite, durma bem – respondeu a menina Lara, meiga e obediente como sempre, a menininha do papai.
Pelo espelho na parede da sala, que ela tratava de manter sempre estrategicamente posicionado, Lara viu os pais entrando no quarto e fechando a porta. Então, rapidamente, abriu a calça do namorado, pôs seu pau pra fora e começou a lhe tocar uma punheta. Como não havia prédio vizinho e a única ameaça à privacidade do jovem casal vinha de dentro, Lara nesses momentos ficava vesga: era um olho no peixe e o outro lá, no espelho da parede.
Fabinho marcou o tempo em seu relógio, recostou-se no sofá, fechou os olhos e tratou de aproveitar, como vinha fazendo nas últimas semanas, desde que a namorada aprendera a nobre arte da punheta completa, com direito a chupar e engolir. Dessa vez, porém, Lara suspendeu o ato pela metade e, sem avisar, puxou da bolsa e lhe entregou uma camisinha, dessas que já vêm lubrificadas. Fabinho, surpreso, demorou alguns segundos pra reagir, ô Fabinho. Mas felizmente reagiu e, no instante seguinte, pluft, a camisinha já estava posta no devido lugar. Lara então suspendeu a saia, baixou a calcinha e sentou sobre o pau ereto, tudo feito num silêncio de mosteiro. De costas pro namorado e sempre vigiando o espelho, ela guiou-o pra dentro de sua bunda com urgentes e desajeitados movimentos de sobe e desce, sentindo mais prazer que dor, enquanto Fabinho, ainda meio abobalhado, simplesmente não acreditava que estava enrabando sua namorada.
Dois minutos depois o corpo do garoto sacudiu-se todo e ele gozou, mordendo o próprio braço pra não fazer barulho. Lara, envolta na inebriante sensação que lhe dava aquele tubo de carne pulsante em seu cu, prosseguiu subindo e descendo, querendo mais, porém Fabinho pediu que ela parasse, só um pouquinho. Mas ela realmente queria mais, estava muito bom, e continuou, ainda mais forte, o que obrigou o namorado a afastá-la de uma vez. A contragosto, ela levantou-se e Fabinho mostrou-lhe o relógio: cinco minutos. Ela suspirou, resignada, melhor não abusar da sorte, e teve de se contentar com chupar o resto de gozo que ficara no pau já semi-amolecido. Após se recomporem, Lara o acompanhou até a porta e se despediram, Fabinho parecendo um zumbi, ainda sem acreditar.
E ela? Ah, Lara dormiu feliz, quase eufórica: agora não era mais virgem. Sentia-se de repente mais adulta, sentia-se especial, era uma sensação maravilhosa. Mas junto da felicidade havia um sabor de desapontamento, por não ter feito mais, fora tão pouco, tão pouco… E por que pelo cu? Porque tinha verdadeiro pavor de engravidar – um ano antes sua prima embuchara por causa de uma camisinha furada e um aborto mal-sucedido quase a matara. O conselho, pois, veio justamente da prima: Dá o cu, Larinha, que nunca vai ter perigo de pegar barriga. Conselho seguido. E em seu blog secreto, que só ela podia acessar, Lara no outro dia deixaria o registro da experiência: Ameeei dar o cu Prazer em ondinhas Caraca, a gente se sente tão safada Quero maisssssssssssss.
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Ricardo Kelmer 2009 – blogdokelmer.wordpress.com
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> As Taras de Lara – capítulos publicados
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01- GENIAL!!!!!!!! André de Sena, Recife-PE – nov2009
02- tem mais o que fazer não?!!!! Magna Mastroianni, São Paulo-SP – nov2009
03- Já vi começarem por cima, por baixo, agora por trás… kkkkkkkkk. Paula Izabela, Juazeiro do Norte-CE – nov2009

Escrito por ricardokelmer
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