PROMOÇÃO DE JULHO

Junho 30, 2008

LEITOR VIP - Adquirindo qualquer título, seja livro impresso ou livro-blog, você se torna Leitor Vip e ganha:
>
Acesso aos Arquivos Secretos
....
>
Promoções e sorteios exclusivos
(saiba mais)

.

Clique na capa para ir à seção do livro. Os valores já incluem o frete. Para pedidos do exterior, consulte a seção LIVROS.

.

LANÇAMENTO

Vocês terráqueas
Seduções e perdições do Feminino
(contos/crônicas, 2008)
Coletânea de textos sobre a Mulher

.

.
1 livro-blog: R$ 10
Grátis: livro-pdf

1 livro impresso: R$ 25
Grátis: livro-blog + livro-pdf

2 livros impressos: R$ 40
Grátis: 2 livros-blog + livro-pdf

O que é livro-blog? É a versão blog da obra. Por ser um blog privado, o acesso é exclusivo mediante convite. Contém todo o conteúdo da versão impressa e mais: imagens, trilha sonora e comentários. Você pode adquirir quantos convites quiser, para você e também para presentear.

O que é livro-pdf? Arquivo de leitura para imprimir ou ler no computador. Contém todo o conteúdo da versão impressa e é enviado por imeio.

.

>> PROMOÇÃO

LIVROS DE BOLSO

1 livro: R$ 20
Grátis: + 1 livro (qualquer título)

2 livros: R$ 40
Grátis: + 2 livros (qualquer título)

.

O irresistível charme da insanidade
(romance, 2005)
Uma história de amor e vidas passadas, com erotismo e rock´n´roll

.

Guia prático de sobrevivência para o final dos tempos
(contos, 2005)
O fantástico e o sobrenatural invadirão sua realidade

.
.

Matrix e o despertar do herói
A jornada mítica de auto-realização em Matrix e em nossas vidas
(ensaio, 2005)
Mitologia, psicologia e autoconhecimento
.

Baseado nisso
Liberando o bom humor da maconha
(contos/glossário, 2005)
Contos sobre o folclore dos usuários + glossário de termos e expressões
.

Blues da vida crônica
(crônicas, 2007)
Seleção de crônicas publicadas em jornal, 2003 a 2006

.
.
.

.

.

PARA ADQUIRIR

Transferência Bancária: HSBC, Itaú, Banco do Brasil e Bradesco
Correios: Remessa Dinheiro Certo (taxa: R$ 3,30)

Pedidos: rkelmer(arroba)gmail.com


O último homem do mundo (1)

Junho 28, 2008

O sonho de Agenor é que todas as mulheres do mundo o desejem. Para isso ele está disposto a fazer um pacto com o diabo. Mas há um velho ditado que diz: cuidado com o que deseja pois você pode conseguir…

.

Cap. 1

.

Agenor cumpriu todo o ritual, direitinho. Colhera o fumo num dia seis e seis dias depois o debulhara, fumo plantado no sítio Inferninho, na sexta noite após a sexta lua do ano. Não contara nada a ninguém. Tudo dentro dos conformes do ritual.

Eram onze e meia da noite e não havia lua no céu. A escuridão toda dava um pouco de medo mas Agenor estava decidido. Meia hora apenas o separava do momento mais importante de sua vida.

Tirou o cigarro da bolsa e acendeu. O nervosismo fez o cigarro cair duas vezes. Deveria fumá-lo sozinho, era o que dizia o ritual. Agenor fumou e aos poucos foi se acalmando. Tinha de estar tranquilo para dizer as palavras certas, não podia errar. Subiu numa pedra mais alta e lá encostou-se. E relaxou. Era realmente um excelente fumo, diferente de qualquer um que já houvesse experimentado. Diziam que, de tão especial, não estragava nunca.

No céu as estrelas pareciam mais brilhantes, mais próximas. Lá embaixo dava para ver as luzes da cidade de Jubá, a torre da matriz, o estádio…

Então escutou um ruído vindo do mato. Olhou para o relógio. Onze e quarenta e cinco. Não, não devia ser ele ainda, pensou. Talvez algum bicho. Deu a última tragada e apagou o cigarro. Começava a fazer frio. Agenor tirou da bolsa um cobertor e se cobriu inteiro, encolhido à pedra.

Durante meses estudara seu pedido como quem retoca uma pintura, ajeitando aqui e ali os detalhes das miudezas semânticas. Segundo o ritual do Encontro, o pedido tinha de ser formulado corretamente, as palavras exatas, o sentido perfeito. Não podia haver qualquer erro. Os diabos eram espertos e se as palavras dessem margem a qualquer outra interpretação, eles não perdoavam a falha.

Agenor olhou o relógio: meia-noite. O diabo chegaria a qualquer momento. Meia-noite e dez. Talvez o relógio estivesse adiantado, pensou Agenor. Meia-noite e vinte. Teria falhado em algum ponto do ritual?

À meia-noite e meia, quando já começava a cochilar, Agenor percebeu que alguém chegava, vindo de dentro do mato, caminhando devagar entre as folhagens. De repente sentiu medo. Pensou em desistir daquela história de pacto… mas as pernas não obedeceram e ele continuou ali em pé, esperando.

Quem chegou foi um velhinho de barbicha branca, de sobretudo, chapéu e bengala. Agenor estranhou. Não se parecia com um diabo.

.

(continua)

> Ler todos os capítulos já publicados

> Ler o conto na íntegra (Leitor Vip)

.

.

> Este conto integra o livro Baseado nisso – Liberando o bom humor da maconha


A vez dos que não bebem

Junho 28, 2008

Já dirigi bêbado muitas vezes, nos velhos tempos das homéricas noitadas. E já bati o carro por dirigir bêbado, beijoquinhas na traseira alheia, raspadas no portão, nada sério, ainda bem que nunca gostei de correr.

As noitadas homéricas ficaram pra trás. E já não curto beber como antes (voz do meu fígado: ELE não curte, não, EU não deixo). E por estar cada vez mais interessado em leveza, mobilidade e desapego e, por isso, me livrando cada vez mais de impostos, obrigações burocráticas e pesos inúteis, não faço a mínima questão de voltar a possuir um automóvel, o que, aliás, o planeta agradece. Somando tudo isso, sou um improvável candidato a ser pego pela nova lei seca do trânsito.

É claro que a imensa maioria das pessoas que bebem, têm carro e gostam da balada já dirigiu bêbado. E é claro que existem os bebedores profissionais, aqueles que conseguem conciliar álcool e direção e chegar em casa na boa, repetindo esse comportamento durante anos e anos sem acidentes de percurso. Mas é um comportamento de risco. E a sociedade tem pagado caro por esse risco. Talvez a lei seca seja injusta em alguns casos mas ela é necessária. Assim como também é necessária uma lei seca pros cigarros em ambientes públicos pois se a mistura de álcool e direção é prejudicial à sociedade, a mistura de fumo e não-fumantes também é.

Sabe aquele seu amigo ou amiga que não bebe, que sempre foi visto meio assim como alguém diferente, esquisito, quase um ser de outro planeta? Agora será a pessoa mais bem-vinda das rodas de bar, todo mundo vai querer lhe pagar a conta. Em compensação, terá de dirigir muito carro alheio, deixar muita gente em casa depois da balada… Ganhará uma promoção em seu status: em vez de ser estranho, será agora um ser estranho de utilidade pública, quem diria. Terráqueos, ô povo interesseiro.

Você é um desses seres estranhos que não bebem? Desculpa, eu não quis te magoar. Mas veja a coisa pelo lado positivo. Ou melhor, veja a coisa pela fechadura da sacanagem: os abstêmios poderão sair lucrando mais do que apenas na mudança de status. Se forem espertos, tratarão de ficar sempre próximo daquele fulano ou daquela fulana em quem há tempos estão de olho. Sim, claro, pois vai que o fulano ou a fulana bebeu e não quer arriscar dirigir e aí só tem o amigo ou amiga abstêmia que pode salvar a situação e aí o amigo/amiga leva o fulano/fulana em casa e aí, chegando lá…

- Puxa, obrigado por ter dirigido pra mim.

- Imagina, não foi nada.

- Mas… e agora? Como você vai pra casa?

- Bem… acho que vou chamar um táxi.

- Claro que não. Hoje você dorme aqui. Vem, entra que tá frio.

- Já que você insiste…

.

Ricardo Kelmer, jun2008 - blogdokelmer.wordpress.com

.



Protegido: ARQ SECRETOS – Minha experiência omossexual

Junho 28, 2008

Este post está protegido por senha. Para vê-lo, digite sua senha abaixo:



A bailarina da fé

Junho 27, 2008

Conheci Renata em 1992, quando ela passava férias em Fortaleza. Fiquei encantado com aquela sagitariana bonita, graciosa e de gênio forte e logo estávamos namorando. Ela era uma pessoa alegre e reluzente mas o que me encantou mesmo foi a firmeza de sua fé, fé em seus ideais, em sua arte, em seguir seu caminho verdadeiro. Uma fé inabalável na vida.

Renata seguiu seu caminho com muita coragem. Ainda adolescente, pegou suas sapatilhas e se mandou, deixando sua terra e sua família, foi sozinha pro Rio de Janeiro viver sua arte bailarina. Era muito nova mas já parecia intuir que, por mais difícil que seja o caminho, mais difícil será sempre a frustração de não haver tentado.

Ela tentou. Morava num quarto-e-sala pequenino no Catete, dividindo dificuldades, alegrias e esperanças com outra amiga bailarina, enquanto seguia seu aprendizado na academia de dança, sonhando com os palcos e a carreira de atriz. Durante meses nosso namoro se segurou entre cartas, telefonemas e as idas e vindas entre as duas cidades. Durante esse tempo tive o privilégio de conviver com seus sonhos e aprendi bastante com a força de sua fé.

Uma noite, quando já havíamos terminado o namoro e vivíamos aquele clima de volta-não-volta, ela me ligou chamando pra ir se divertir na Praia de Iracema. Renata curtia novamente suas férias em Fortaleza, com toda aquela energia de uma garota de 20 anos. Mas era uma segunda-feira, eu tinha muito trabalho no dia seguinte, e respondi que não podia, mas que no outro dia nos veríamos.

Não houve outro dia. De manhã cedo acordei com a notícia de que Renata estava morta, fora assassinada por um desses dementes que andam armados por aí e que acham que podem resolver tudo na base da bala.

Já se foram quinze anos. Pra nós, a família e os amigos de Renata Maria Braga de Carvalho, sua ausência é uma sensação diária de estar amputado. Uma dor sem qualquer remédio possível, como se faltasse uma parte da alma. Mataram Renata e nos condenaram à pena perpétua dessa dor.

O assassino, porém, continua solto e faceiro por aí. Sua família, de Brasília, soube educá-lo com dinheiro, carro importado e um revólver, muito útil pra discussões no trânsito. Como ele, há muitos outros Wladimir Lopes Magalhães Porto aí pelas ruas, todos clientes da impunidade, essa senhora discreta e eficiente, que tão bem serve aos que lhe fazem as honras no escurinho dos escritórios e gabinetes.

De todas as violências, a impunidade é a maior. Se queremos uma sociedade mais justa e mais pacífica, não podemos ser complacentes com essa senhora, é preciso não se conformar, protestar, denunciar, chamar a imprensa, o bispo, a corte internacional! Mas às vezes, eu admito, dá um desânimo danado, parece que estamos nadando, nadando e não saímos do lugar. E a impunidade ali, zombando dos nossos esforços…

Nesses momentos, então, eu lembro da família de Renata e de todas as outras famílias vítimas da violência e da impunidade, todas elas lutando por justiça. E aí não posso desanimar, tenho que fazer a minha parte, uma pequena parte, é verdade, afinal sou apenas um escritor. Mas se as palavras servem, infelizmente, pra deixar impunes os criminosos, servem também pra manter acesa a fé das pessoas num mundo melhor. A mesma fé que Renata tinha na vida.

Ricardo Kelmer, jun2008 – blogdokelmer.wordpress.com


Amor em fuga

Junho 25, 2008

Noite. Quarto de hotel barato.

O ambiente está na penumbra. Ouve-se ao longe o som de carros e caminhões passando. No rádio toca baixinho um blues qualquer.

Uma garota sai do banheiro envolta na toalha. Ensaia uma tentativa de strip-tease mas desiste, começando a rir. Outra garota, deitada na cama sob o lençol, ri também, mas um clarão vindo da rua ilumina o quarto por um segundo e ela fica preocupada. Ela levanta. Está nua. Caminha até a janela, afasta um pouco a cortina e olha lá fora. A outra garota a abraça por trás.

LÍVIA: Relaxa, Giovanna. Vai dar tudo certo.

GIOVANNA: Tá saindo direto na tevê, o país inteiro sabe que duas menores fugiram de São Paulo.

LÍVIA: Mas ninguém virá procurar a gente em Curitibanos

GIOVANNA: É, né?

LÍVIA: Vem…

Lívia puxa Giovanna pelo braço e as duas caem abraçadas na cama, os rostos bem próximos um do outro. Giovanna parece estar em êxtase, ainda não acredita no que está acontecendo, em tudo que viveram nos últimos cinco dias, a fuga, as caronas… Estar ali com Lívia parece um sonho. Um sonho que começou com um clarão, aquela idéia repentina no meio de uma das tantas aulas chatas do colégio, o convite escrito num bilhetinho de papel: Vamos fugir?

Giovanna toca o rosto de Lívia, fecha seus olhos com os dedos, só para vê-los abrirem novamente, como se para se assegurar, pelos olhos da namorada, que aquilo tudo é real sim, mais real que qualquer outra coisa em sua vida.

GIOVANNA: Queria que você soubesse que com você eu vou até o fim do mundo.

Lívia sorri e aperta a mão de Giovanna.

GIOVANNA: Mas e se encontrarem a gente? Vamos dizer o quê?

LÍVIA: Ah, a gente diz que tava insatisfeita em São Paulo, que queria respirar um pouco, essas coisas.

GIOVANNA: Todo mundo vai desconfiar.

LÍVIA: Fica fria. Amanhã a gente segue pra Argentina. Lá ninguém vai encher o saco e eu vou te fazer a mulher mais feliz do mundo.

Elas se beijam suavemente.

GIOVANNA: Que mundo idiota. Pra poder viver o amor a gente tem que fugir de casa.

Lívia deita a cabeça e puxa a toalha, desnudando totalmente seu corpo para os olhos da companheira.

LÍVIA: Tua casa agora sou eu, meu amor.

Giovanna sorri, degustando o som doce daquelas palavras. Ela afasta uma mecha de cabelo do rosto de Lívia e olha seu corpo, admirando, e passeia a mão pela curva dos seios, pela cintura, o umbigo…

LÍVIA: Vem…

Giovanna afasta as pernas de Lívia e seu rosto pousa devagar sobre o sexo depilado. Lívia geme baixinho, pega um travesseiro e morde a ponta, abafando os gemidos. Outro clarão vem da janela e ilumina os dois corpos, belos e nus, duas almas sem roupa, sem máscaras, sem disfarces.

(Falarei bem baixinho agora, para elas não ouvirem. Em alguns minutos a polícia chegará ao hotel, alguém baterá na porta e elas serão levadas de volta a São Paulo. Voltarão para a mesma vida limitada de sempre, o velho cotidiano de mentiras e dissimulações. Mas agora será diferente. Agora elas sabem o gosto de ser livre. Não para sair de casa e se mandar por aí, pegando carona em caminhão, isso é o de menos. Agora elas conhecem a mais suprema das liberdades: poder ser o que se é.)

Vocês têm mais alguns minutos, meninas, aproveitem. A eternidade é feita de clarões.

.

Ricardo Kelmer, jun2008 - blogdokelmer.wordpress.com


A professora de literatura do meu marido (trecho 1)

Junho 24, 2008

Entramos no elevador e subimos pro terceiro andar. A porta abriu e saímos os três. Seguimos pelo corredor e paramos diante de uma porta, que a garota abriu. Entramos numa ante-sala que tinha mais duas portas. Em frente a uma delas havia um sofá.

- A professora Graziela chegará em um minuto. Vocês poderão, primeiramente, observá-la pela fechadura. Depois a porta abrirá automaticamente e poderão entrar. Antes de deixá-los, gostaria de ratificar que o Clube Fantasia só trabalha com profissionais discretos e altamente qualificados. Aqui a professora Graziela é uma escrava sexual, que realiza a fantasia de seus clientes, mas não conversa com eles nem troca informações pessoais.

A garota saiu pela segunda porta e nos deixou a sós.

- Graziela. Não tinha um nominho melhor, não?

– Denise, você disse que ia entrar no clima – resmungou Rui, já sentado no sofá. É, eu tinha dito. Mas estava difícil.

Graziela. A professora de literatura medieval. A famosa Graziela Herrera. Trinta e um. Um ano mais que eu. Espanhola de Madri, tradutora de diversos livros sobre trovadorismo e sobre o mito do Graal, os cavaleiros da Távola Redonda. Uma mulher superculta. Mas uma super-safada, que mantinha uma vida secreta como escrava sexual naquele clube. Uma Belle de Jour acadêmica. Após analisarmos todas as opções que o clube oferecia, decidimos: seria com ela. Meu querido marido realizaria sua fantasia de transar com uma mulher na frente de sua própria.

Homens, homens.

Este é um trecho do conto A professora de literatura do meu marido, do livro Vocês Terráqueas. O texto integral faz parte dos Arquivos Secretos do Blog do Kelmer, cujo acesso é exclusivo aos Leitores Vips.

Pra ser um Leitor Vip, basta adquirir qualquer um dos livros kelméricos, seja impresso ou eletrônico.

- Ok, ok, você venceu. Eu quero ser Leitor Vip.

- Caramba, Kelmer… Te conheci menos mercenário.


ARQUIVOS SECRETOS – O que é isso?

Junho 23, 2008

Kelmer, que diabo são esses tais arquivos secretos?

Ô povo curioso… Os Arquivos Secretos são textos protegidos por senha, que é enviada somente aos Leitores Vips. Pra ser um Leitor Vip basta adquirir qualquer livro kelmérico, na versão impressa ou em livro-blog.

E como são os textos dos Arquivos Secretos?

São de todo tipo mas a maioria é de textos altamente desaconselháveis a leitores caretinhas. Sexo selvagem no convento, por exemplo. Ou o famoso segredo da posição Ventania no Bambuzal. Enfim, aquelas coisinhas que a gente gosta de ler quando não tem ninguém olhando. Ou tem.

Hummm… Parece interessante…

Garota esperta. Rapaz sabido. Estás a um clique de conhecer o maravilhoso mundo kelmérico das luxúrias e devassidões com chantilly. Tudo que tens a fazer é dizer sim e fazer seu pedido.

* Sim. Por favor… eu quero… quero muito… farei meu pedido agora.

* Não. Tu tá é possuído, Kelmer. Devia ir pruma sessão de descarrego.

Veja a relação completa dos Arquivos Secretos na coluna do lado direito do blog, em Seções.


Leitores Especiais

Junho 15, 2008

Mônica Burkleward – Recife-PE
Christina Alecrim - Rio de Janeiro-RJ
Kátia Regis Albuquerque – João Pessoa-PB
Paula Izabela – Juazeiro do Norte-CE
Beatris Rocha – São Paulo-SP
Alessandra Pereira – Brasília-DF
Suely Andrade – Brasília-DF
Clarisse Ilgenfritz – Fortaleza-CE
Patrícia Meireles – Fortaleza-CE

Quero tornar público meus sentimentos de gratidão a estas leitoras. Elas adquiriram meu livro novo na promoção de lançamento, demonstrando assim seu apoio e sua admiração pelo meu trabalho. Obrigado!

O acesso de vocês ao livro-blog (vocesterraqueas.blogspot.com) tá liberado desde 12jun. Quanto ao livro impresso, vocês receberão em casa em agosto, após a gráfica me enviar a primeira edição. Em agosto enviarei também, por imeio, o livro-pdf.

Como Leitores Vips, vocês têm alguns privilégios aqui neste blog, como o livre acesso aos Arquivos Secretos, que são os textos protegidos por senha. Aproveitem!

Quer ser um Leitor Vip? É só clicar no SIM e aproveitar a promoção de lançamento do livro novo, Vocês Terráqueas. Você pode adquirir o livro na versão impressa e/ou na versão blog, pra ler aí em seu computador ou em qualquer lugar do mundo.

* SIM! Você venceu, Kelmer chantagista. Quero ser Leitor Vip.

* NÃO. Quem você pensa que é? O Paulo Coelho da sacanagem?


VOCÊS TERRÁQUEAS – Lançamento

Junho 15, 2008

Meu livro novo nasceu. Chama-se Vocês terráqueas. É um livro em 3 versões: livro em papel, livro-blog e livro-pdf.

O livro impresso tem formato 15×21cm, 160 páginas e orelhas.

O livro-blog é a versão blog do livro (vocesterraqueas.blogspot.com). Ele traz todo o conteúdo do livro impresso e mais: textos com imagens e trilha sonora. Como é um blog privado, o acesso é exclusivo mediante convite.

O livro-pdf é um arquivo de leitura, enviado por imeio, pra você baixar e imprimir ou ler em seu computador.

.

SAIBA MAIS SOBRE O LIVRO

.

A Promoção de Lançamento vale até 30jun. Valores com frete incluído.

Livro-blog + livro-pdf = R$ 5
Livro impresso = R$ 20 (grátis livro-blog + livro-pdf)
2 livros impressos = R$ 35 (grátis 2 livros-blog + 2 livros-pdf)

Para pagamento: HSBC, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Correios. Mais informações: rkelmer(arroba)gmail.com


Depois de Sex and the City…

Junho 4, 2008

.

Depois de Sex and the City, aquele comercial de sapatos em forma de seriado que fez muito sucesso e agora invade as telonas do mundo inteiro, alguém tinha que contar a versão masculina, né? Poisbem, o Blog do Kelmer tem a satisfação de apresentar a nova série kelmérica…

.

.

Quatro amigos e suas aventuras e desventuras em busca da mulher ideal. Mas será que ela existe mesmo? Não poderia haver várias mulheres ideais simultâneas? É verdade que elas mudaram e nós continuamos no tempo das cavernas? Por que elas dizem que homem é tudo igual mas escolhem tanto? Essas e outras questões temperadas com muito humor, cerveja, rodas de pôquer e futebol na tevê.

Em breve no Blog do Kelmer…

.

Dê sua sugestão: que tema você gostaria de ver no Sexy e Indeciso?


Um Ano na Seca – Marília (1)

Junho 4, 2008

Chegamos ao final da deprimente saga kelmérica de abstinência sexual. Ufa.

No último capítulo (ainda no antigo blog Kelmer Para Mulheres) eu tentei acabar com a secura, que já durava quase um ano, na Vila Mimosa, onde fora pesquisar pra criar o roteiro de uma história em quadrinhos pra uma ONG. Lá conheci Rose, a morena que subiu comigo pro quartinho e… e… e aí eu broxei.

Poisbem. Depois dessa entendi que devia me concentrar no trabalho e esquecer esse negócio de buceta. Até que consegui. Em parte, claro, o bicho homem masculino nunca consegue esquecer de verdade do famoso pé-de-barriga rachado. Mas fiz direitim meu trabalho de roteirista e recebi meu dinheirim suado. E broxado.

Aí aconteceu duma leitora me enviar um imeio dizendo que iria prum congresso no Rio e queria aproveitar e comprar uns livros meus diretamente comigo, aproveitar e me conhecer pessoalmente, que ela só conhecia pelos meus textos na internet, que por sinal gostava muito e coizital. Claro, claro, será uma honra, eu disse.

Macaco velho, fui logo no Orkut dela pra saber quem era a criatura. Marília o nome dela, era de Santos, solteira (humm), bebia (oba) e não fumava (obaaaa). Era uma balzaca morena, razoavelmente bonita, parecia ser mulher carnuda mas como as fotos eram todas bem comportadas, não deu pra ver bem as curvas da estrada de Santos.

Pô, Kelmérico, deixa de ser tarado véi seboso! A moça quer apenas comprar uns livros, só isso, é tudo apenas negócio. Você e sua mente suja…

Bem, na verdade eu mesmo não pensei bobagem, juro que pensei apenas na graninha. Quem pensou bobagem foi ele, o Kelminho, como sempre, esse pedaço cilíndrico de carne pendurado que só pensa naquilo, é um horror. Coitado, mais de um ano sem frequentar piriquitas e rabichos, a gente entende, a gente entende.

Então no dia marcado ela me ligou. Tava num barzinho perto do hotel, não era longe de onde eu morava, será que eu podia ir lá? Claro, claro. Troquei de roupa, botei os livros na mochila e peguei o busão.

(continuo no próximo capítulo? você decide. )

.

Ricardo Kelmer 2008 – blogdokelmer.wordpress.com

Ler todos os capítulos de Um Ano na Seca (Leitor Vip)

LEITOR VIP - Adquirindo qualquer livro, impresso ou eletrônico, você se torna Leitor Vip e ganha:
>
Acesso aos textos protegidos por senha (Arquivos Secretos)

>
Promoções e sorteios exclusivos
(saiba mais)


Mudamos pra cá

Junho 3, 2008

Oi, leitorinha…

O antigo blog Kelmer Para Mulheres morreu. Mas não chore, beibe, não quero ver você triste assim. Ele tinha que morrer pois foi criado com o objetivo de ser, durante 9 meses, um laboratório do livro que eu pretendia escrever sobre o Feminino.

Poisbem, o laboratório funcionou bacana, aprendi bastante com as leitoras, criei a concepção do livro e ele foi lançado em jun2008, com o nome de Vocês terráqueas. Iaí o blog, consequentemente, perdeu sua função original.

Mas… sensibilizado pela campanha Não Pára, Kelmer, Não Pára, aceitei continuar. Então o antigo blog reencarnou como uma seção especial aqui, no Blog do Kelmer. Pra sua felicidade, mulher linda, livre e louca. :-)

A proposta é quase a mesma: falar sobre os universos feminino, e agora o masculino tambem!, sempre com humor, erotismo e umas pitadas de psicologia. O antigo endereço (kelmerparamulheres.blogspot.com) continuará ativo mas sem atualizações.

E se você estiver interessada no livro Vocês terráqueas, é só acessar a seção LIVROS aí na coluna à direita. Ou clique aqui.

Obrigado por ter vindo. Vamos aprender e nos divertir muito.


Missão aceita

Junho 2, 2008

Caros amigos da Confederação Galática

Tô bastante honrado pelo convite. Não me considero o mais indicado pra esta função mas me esforçarei pra ser um bom correspondente da Confederação aqui na Terra.

No sonho, vocês me diziam que eu não deveria me preocupar caso não entendesse tudo. Ainda bem pois muita coisa não entendi mesmo. Mas entendi perfeitamente que nosso planeta não fará parte da Confederação enquanto não estiver unificado, ou seja, enquanto existirem países e fronteiras a Terra continuará isolada do resto da Via Láctea. Isso eu entendi. Aliás, disso eu já desconfiava havia algum tempo, que esse negócio de dividir o planeta em países, separando os povos, incentivando o medo do diferente e justificando as guerras, isso já tá na hora de acabar.

Pensando bem, esse negócio é muito lógico: só há guerra entre aqueles que se julgam diferentes. Jamais houve uma guerra entre iguais. Sim, é claro que diferenças sempre existiram e existirão – mas elas devem ser vistas como diversidade cultural e riqueza genética e não como pretexto pra disputas. Isso eu já entendo faz um tempo. Diferenças são oportunidades de aprender o que jamais aprenderíamos na monotonia da completa igualdade. A vida só germina na diversidade. Então nosso aprendizado agora é cuidar da diversidade, permitindo que todos tenham os mesmos direitos, que todos possam ir e vir, pra que em breve todos possam se ver como membros da mesma família.

Ah, entendi também que há outras pessoas tendo esses sonhos por aí, gente que se considera cidadão do mundo e não apenas de um único país, gente que se considera pertencente a uma única raça, a raça humana. E que essas pessoas precisarão propagar essas novas idéias, juntando outras pessoas e fortalecendo cada vez mais o sonho de uma Terra una e de uma humanidade unida no respeito à vida e às diferenças.

Putz, não tinha uma missãozinha mais fácil não?

Vocês sabem que essas idéias encontrarão fortes resistência, né? A grande maioria dos terráqueos ainda tá totalmente imersa num velho conceito de mundo que só consegue conceber separação, fronteiras, competivismo e guerra. A grande maioria acha que sua cultura é a melhor e sua religião é a única verdadeira. A grande maioria ainda não consegue elevar a compreensão acima das diferenças e se perceber como o Povo da Terra.

Ok, ok. Eu certamente não estarei vivo pra ver a Terra unificada mas aceito a missão. Só me meto em confusão mesmo.

Terceira Pedra do Sol. Interessante o modo como vocês chamam nosso planeta. É ali, ó, a terceira pedrinha ao redor daquele sol… É bem poético, gostei. A gente aqui chama de Terra, apesar dela ter mais água. Aliás, em breve vai faltar água por aqui, pode uma coisa dessa? Também não entendo. Coisas deste mundo louco.

Volto a qualquer momento com mais notícias.

.

Kelmer o Terráqueo
São Paulo, Terra, 3a Pedra do Sol


Blog novo, vida nova

Junho 2, 2008

Olá! Seja bem-vindoa!

A partir de agora o Blog do Kelmer será minha casa na internet, uma espécie de central administrativa do meu trabalho. Ele funcionará como um blog tradicional, com postagens frequentes (semanais, diárias, depende da Lua), mas também como vitrine de divulgação permanente dos meus livros e de meus outros trabalhos, como as palestras e a oficina on-line de sitcom.

Com este blog quero inaugurar uma nova fase em minha carreira, uma fase mais profissional, em que meu trabalho seja economicamente viável pra mim. Pra isso sinto que terei quer ser não apenas mais criativo e conquistar mais leitores mas estabelecer com eles uma relação de proximidade que seja bem proveitosa pra ambas as partes, eu produzindo o que eles gostam e eles me ajudando a prosseguir produzindo.

Acredito que a internet pode oferecer aos escritores independentes como eu a oportunidade de não terem mais que depender do tradicional esquema de distribuição e vendas representado pelas editoras. A funcionalidade dos blogs e os crescentes recursos da rede podem nos ajudar a viabilizar nossas carreiras, tornando-nos mais autônomos e menos dependentes dos grandes grupos – e mudando o tipo de relação que atualmente os escritores possuem com seu público leitor.

Talvez em breve seja comum que os escritores vendam assinaturas de seu trabalho. Isso soa estranho? Talvez. Mas nós não pagamos pelos livros de nossos autores prediletos? E também não pagamos assinaturas de jornais, revistas e televisão? Então por que não pagaríamos uma pequena quantia anual pra termos acesso a livros eletrônicos, textos inéditos e outros conteúdos exclusivos de nossos autores prediletos, sabendo que assim os ajudamos a prosseguir produzindo e a manter sua postura independente, sem rabo preso a nenhum grupo?

O valor que pagamos pelos livros nas livrarias é dividido entre livraria, distribuidora, editora e autor – por isso os livros são caros. Pagaríamos bem menos se pudéssemos pagar diretamente ao autor, eliminando os atravessadores. Isso ajudaria a democratizar ainda mais a literatura.

São idéias interessantes. Mas evidentemente que tudo começa com um bom produto a oferecer. Então dá licença que muito trabalho me espera.

Obrigado por ter vindo!

.

Ricardo Kelmer, jun2008 – blogdokelmer.wordpress.com